20.4.08

Shine



Em 1995 David Fincher, realizou um filme intitulado "Shine", que surpreendeu tudo e todos na noite dos óscares de 1996 com os prémios que arrecadou, em especial a extraordinária interpretação de um dos meus actores preferidos,Geofrey Rush, que arrecadou nesse ano o óscar de melhor actor.
Hoje lembrei-me deste filme, é dos muitos que não me cabem cá dentro, é daqueles fimes que recomendaria a todos porque se trata de um filme sobre a individualidade, a luta pelo ser-se o que se é, bem como a luta por um sonho ainda que com um percurso solitário e doloroso, muito até.
O filme retarata episódios verídicos da vida de um pianista conhecido, não só se preenche de argumento e interpretações mas também de um excelente banda sonora onde conheci o trabalho de um compositor extraordinário , Rachmaninov.
Aliás foi não só pelo dia de reflexóes que tenho feito hoje mas também por ter passado no espaço da Grafis(blog), que me lembrei deste filme e banda sonora, e o não caber-me cá dentro é do tanto que ainda tenho para viver, aprender e absorver que me faz dar sentido á tela que é a nossa vida sem me esqueçer nunca de que a beleza se encontra sempre nas coisas mais simples mas sobretudo na nossa vontade de as vêr, por isso este é um dos filmes, reflexos de vida para ajudar a saber olhar para os quais as palavras de agradecimente nunca serão suficientes.

rv

2 comentários :

GRAFIS disse...

Olha... :)
Tb gosto muito do filme e tb foi através dele que conheci o trabalho de Rachmaninov. Desde aí tenho recolhido algumas coisas, e daí o concerto n.º 2 en ut mineur opus 18 que toca lá no blog e o concerto n.º 3 en ré mineur opus 30, interpretado por Boris Berezovsky e a Orquestra Filarmónica de L'Oural que ouço agora.
Há filmes assim, com os quais nos vamos identificando, seja em certos episódios, seja por certas partes do percurso. É extraordinário.
Isto tudo tb para dizer que concordo contigo, que as coisas mais importantes são as mais simples, ou o mais importante é ver com simplicidade e clareza. A vida vale a pena ser vivida, seja pelo muito ou pouco tempo que tenhamos ainda para viver, mas viver tb implica integração no mundo real, com coisas palpáveis e concretas. Se…
Se…
Que adianta?
Fazemos escolhas, que não sabemos serem as melhores ou as piores, por vezes porque simplesmente sabemos que, apesar de não querermos, têm de ser.
Umas vezes escolhemos, outras não há nada para escolher porque tudo já está definido desde o dia em que nascemos, outras alguém escolhe. Nem sempre essas escolhas nos incluem…
E não podemos viver de “fantasmas” toda a vida… e toda a gente tem o direito e o dever de ser feliz…

RV disse...

percebo o q dizes e tb acho q faz parte do saber viver q custa m q se aprende pq a vida ensina,

coragem,always